Rapaz, tudo começou com essa moça e sua verdadeira devoção pelo café Suplicy. Eu, como boa matuta que sou, mal consigo apreciar um bom café coado no calor do Ceará. Mas depois que eu me mudei pra São Paulo, devia mesmo uma visita ao Suplicy e provar o seu tão famoso machiatto. E tinha que ser com eles, óbvio. Meus moradores do Jardins-Bela Vista preferidos. Fomos almoçar juntos como fazemos às vezes aos finais de semana. Dessa vez nas áreas deles. Um restaurante arábe pequenininho na Al. Lorena que tem um arroz de carneiro simplesmente DIVINO. Acabamos por conseguir arrancar da dona alguns segredinhos da receita. E sim, finalmente estávamos a poucos metros do famoso café. Aí me falaram que a história do Jacu era verdade. Meu caro, o post está prestes a ter uma virada!! Não estamos falando de um café simples, comum e tal. Preste atenção nesse scrap que eu recebi semana passada de um deles:
"Tenho uma ótima novidade pra vc. Imperdível!!!! O Suplicy tá com um café novo sensacional. É o Jacu bird coffe. O lance é o seguinte: o pássaro chamado Jacú come o grão do café e depois de um processo super refinado de fermentação dentro dele mesmo, bota ele pra fora. É isso mesmo! O pessoal recolhe o material, limpa e faz um café super gostoso, meu! E o melhor é que o preóc é super acessível: apenas 8 reais a xícara. Achei a sua cara. Vamos lá tomar um? Beijos."
entendeu?
o passarinho come o grão de café e caga. A galera limpa, faz um café e vende a OITO REAIS. Lógico que não podia ser sério. Lógico né? Pois eu vou te dizer, há muitos mistérios nesse mundo que eu não entendo e depois de ontem eu vou duvidar de poucas coisas na minha vida. O Jacu é um passarinho, o café sai na merda dele e o Suplicy vende. TUDO VERDADE!
Mas é claro que eu tinha que provar esse. Justamente esse. O café cagado. Nem o passarinho quis aquele café, mas eu quero. Marrapaz. Se é pra fazer, vamos fazer isso direito. Pois mande um aí meu filho. Tomei sem açúcar. Café leve, bom, amarguinho no ponto certo. Que é bizarro eu sei. Fazer o quê? Afinal ele disse que achou a minha cara a história. hahahahahahaha não sei se rio ou se choro.
Segue o texto explicando tecnicamente o que ele me disse e a foto do delinquente penado que caga café:
"O Suplicy Cafés Especiais recebeu um lote limitadíssimo do Jacu Bird Coffee, um café orgânico e biodinâmico, cujos grãos são selecionados pela ave jacu (Penelope purpurascens), espécie nativa da Mata Atlântica. A produção do Jacu Coffee - Na Fazenda Camocim, nas montanhas do Espírito Santo, existe uma vasta população de jacu.
A ave se alimenta dos frutos do café e, após a digestão, elimina os grãos ao pé das árvores. Depois de colhidos manualmente, limpos e guardados, os grãos dão origem a um café natural de rara qualidade.*"
leram o "limitadíssimo"?? Eu tive foi sorte. Isso vai virar uma lenda e eu fiz parte dela.
*fonte: http://www.capitalgourmet.com.br/
domingo, 5 de outubro de 2008
Jacu?? Meu filho mande aí um cafezin no capricho.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Olhando pra cima... pra mode quê?

Um dia desses o marido apareceu por aqui com uma revista dessas semanais pra me mostrar um restaurante novo em Pinheiros. Legal a reportagem, fomos ao local. Satisfação mezzo garantida. Mas o bom da revista não foi isso. Foi uma reportagem despretenciosa sobre "olhar pra cima".
an?
pois é. Aí você me pergunta: pra mode quê?
Para modos de olhar tudo que não está no chão. Ou melhor, espiar o que está suspenso. Assim, saimos nós mesmos alguns milímetros desse chão empoeirado e vamos junto com aquela maritaca gasguita que pula frenética na árvore aqui em frente de casa. Arvore esta que está agora cheinha de flores amarelas e com folhas de um verde vivissimo e novo. Pois é... novo, porque ao olharmos pra cima há uns dois meses atrás ela estava peladinha para renovar-se inteira numa primavera que chegaria mais cedo esse ano.
Olhando pra cima. Pode parecer bobo. Pode parecer até meio viajandão. Mas faz com que eu me sinta mais leve. Se olhando eu acho alguma coisa... aí eu fico não só leve, como surpresa, feliz, inteligente. Achei! E naquele momento, seja o que for, é meu. Meu porque eu procurei. 
Quero uma namoradeira. Como as da revista. Para quando alguem olhar pra cima e der de cara com ela na nossa varanda. Se sentir surpreso, presenteado pelo seu sorriso.
São Paulo é bem menos cinza de baixo pra cima.
Segue o link e desafio a alguém para irmos atrás de pelo menos cinco das muitas surpresas suspensas de São Paulo.
Olhe pra Cima - Epoca/SP
Fotos:
primeira: um 9 de paus no teto da marquise do Ibirapuera. Em cima das nossas cabeças, numa tarde de domingo.
segunda: um gatinho de gesso no telhado de uma casa na Rebouças. (Vide reportagem)
Postado por Bia às 09:50 3 comentários
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domingo, 28 de setembro de 2008
Primavera...
um domigo precisando de R$ 1.80 para ir ao Ibirapuera e levar o pequeno e sua motoca para passear nessa tarde de vento frio. Conseguimos e fomos. Ele arrancou mil sorrisos, gastou seu vocabulário apontando mil coisas que agora reconhece rapidamente. Viu patinhos, cisnes, peixinhos. E voltamos para casa felizes que só. Semana que vem precisamos de um pouco mais de trocados para o aluguel da bicicleta com cadeirinha. Aí sim... vamos arrepiar!!



Postado por Bia às 15:14 2 comentários
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
aiai... volta sem-vergonha, volta.
mais uma vez... once and again. Largo e volto. Tento... e nem é por falta de tempo. As vezes é preguiça, às vezes é falta de imaginação. Foi mal. Assim, quem me lê? Dando de cara sempre com o mesmo post durante meses. Isso é chato mesmo e não os culpo por me abandonarem. Bom, fiquem a vontade os que tem fé... os que não tem. Bom, eu rezo por vocês (rs.) e acontece!*
agora dei pra fazer livros. Fazer ou escrever? Fazer mesmo! Faço as páginas, as ilustrações, a capa. Tudo de pano. Depois te mostro. O primeiro ficou lindo e quem comprá-lo será o feliz proprietário do meu primeiro livro. Aaah ... é pra criança, por enquanto. Os quadros é que vão ser para crianças grandes, bordados meus e textos avulsos... muitos da minha querida Fernanda que deixou eu usar uns "dizer" dela.
Falando nela, ela me veio visitar e me fez um bem danado. Abriu um buraquinho no meu coração quando se foi. Veio diferente já. Aprendeu a beber, os cabelos continuavam os mesmos. Andarilha e dona da MELHOR risada... encheu o corredor e as escadas de passos e sorrisos. Foi simbora com uma quentinha e dois sanduiches de queijo com tomate. Fiquei preocupada. Aviões são imprevisíveis. E naquela noite fria não tinhamos jantado.

Voltou pra casa ainda mais diferente e armada até os dentes de canetas novas. Mas ela vai saber lidar com isso. Ela sempre sabe.
e a saudade reina nessa semana.
Por causa dela vou começar um diário e juro que vou tentar desenhar nele. Ela vai ficar orgulhosa da próxima vez que nos virmos.
Legenda da foto: eu e ela subindo no Viaduto do Chá. Seria isso um Ipê??
Amanhã começo num pseudo-estágio. Como é isso? Bom, amanhã será o primeiro de quatro dias na cozinha da Vino! Cantina. Minha primeira experiência numa cozinha profissional. Estou ansiosa. Comprei até um Crocs, Croc Gourmet. M-E-D-O-N-H-O!!!! Bizarramente medonho, feio, chapado e preto. Affe! Esperei tanto tempo pra ter um. Queria um coloridinho, bonitinho, furadinho. Hunf! Nem digo nada! Quase comprei um Remy** pra pregar nele. Que nem aqueles de criança que tem os bonequinhos. Mas seria apelar demais para que ele ficasse melhorzinho. Deixa, eu supero.
parafraseando uma amiga minha ali, vocês não conhecem não: "Quem disse que a felicidade é fácil?"
* = vide Irmã Selma da Terça Insana no Youtube
**= Remy é o Little Chef do Ratatuille
Postado por Bia às 14:45 4 comentários
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Programinha de Domingo
Domingo pé de cachimbo
O cachimbo é de ouro
Que bate no touro
O touro é valente
Opss... touro não, Bisão.
De onde eu tirei um Bisão?
Bem... daqui ó--> Zoológico de São Paulo
É isso mesmo... depois de um sábado regados a choromingos e um pulinho na emergência pediátrica. Recebemos uma ligação de uns gaúchos bem ali pleno meio dia fazendo o convite surreal. Vamos ao Zoológico??
Foi só o tempo dos banhos e num minuto estávamos em comboio de três carros, três casais de adultos, três garotos pequenos, um de três, outro de dois e outro de um ano.
Maior solzão do mundo, um calor que beirou o desagradável mas não foi. Depois de cruzar com a Gal na entrada (??? – vamos combinar, qual a probabilidade???) entramos e demos de cara com jacarés...
E por aí foi
Puma
Lobos
Rinocerontes
Hipopótamos
Girafas
Elefante
Leão Marinho
Chimpanzés
Bisão
Tigre Branco
Urso
Leão
Onça
Etc
Etc
O meu menino, irreconhecível em relação ao dia anterior, não só não chorou como se divertiu, chegou de macacão, saiu pelado, almoçou e jantou direitinho. Viu os bichos, andou de mãos dadas, brincou, riu, comeu salgadinhos de arroz e me surpreendeu. Os maiores, pirando ainda mais por entender e reconhecer todos os animais.
Mas o Davi olhava com uma cara de quem queria dizer: me aguardem que eu chego lá...
Comitiva:
Tutti , Pedro e Santiago
Bárbara, Poletto e Théo
Eu, Leo e Davi
Eis algumas fotos:










para ver o resto do passeio é só clicar aqui
aqui
Postado por Bia às 13:29 3 comentários
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Arlindo's way of life

é sempre assim, onde se vai, pode ser no Brasil, na caixa prego, a fidelidade ao ARLINDO não muda. Não ao Arlindo, nosso querido amigo índio, que a esse devemos só sorrisos e conversinhas em cantos de mesa, mas ao antro... esse sim, esse exige atenção, fidelidade, saudade. Estamos aqui, instalados na capital brasileira do concreto, em busca da mesma identidade , em busca de uma substituição mediocre, porém necessária, para o que não se pode ter, ao menos não aqui. Na busca desesperada pelo nosso Arlindo, nós, meninos, meninas, cearences, arquitetos, publicitarios, produtores, pseudos-fashionistas-artistas-cinéfilos-cult-sujinhos da uece, vamos quicando, dum canto pra outro... aí surge alguém lá na Zona Oeste que diz, achei nosso Arlindo. Outro na Zona Sul que diz, o Arlindo é aqui.... mas entendamos uma coisa, não pode ser qualquer coisa, ter qualquer estética. Temos que ser fiéis às raízes, à cor verde água da parede, às mesinhas na calçada, à não frescura, à cerveja de 600 ml, ao Tiago e à Adriana... (me recuso a ser fiel à comida, vamos combinar que nesse quesito, antes de ir é melhor bater o centro em casa).
Ele jurava que o tal do ZG era o Arlindo daqui. De fato, as paredes combinavam. Tinha mesa na calçada, ponto. A comida era ótima. Massa. Os garçons até tentavam ser simpáticos. Não se comparam à gentileza da Adriana que sempre me esperava fazer xixi na porta do banheiro, "pastorando", já que nunca tem trava. Mas tinham uns detalhes incompatíveis, as contas davam caríssimas, coisa de 80 reais um casal por noite (casal como nós, nada econômicos no quesito cerveja) e os garçons começaram a dar umas enroladas, cobrar a mais. Foi a gota, rolou o final do namoro com o ZG.
Aí acharam o Cardoso. Vantagens? Perto de casa, mesa na calçada, comida boa, cerveja gelada num preço razoável (barato mesmo, só mudando de cidade, vamos combinar). Desvantagens? A birosca fecha às 22h!!! Dá pra acreditar??? 22h?? Absurdo. Num dá nem pra ter sono. E não são nada políticos, ninguém pede a conta, mas eles entregam mesmo assim. Ontem ainda era 21:40 quando pararam de servir a cerveja. Tsc Tsc. Fomos para o segundo round, uma lanchonete na outra esquina que vai até mais tarde um pouco, que tem ditados e frases sem sentindo algum escritos em espelhos perto do teto, amendoim e um gerente (acho!) chamado Pelezinho que é mais branco que eu. E é isso, toda semana vamos ao Cardoso, ficamos até as dez, depois andamos um quarteirão a pé e vamos nos juntar ao Pelézinho.
Moral da história. Não tem como. Pode procurar, "caçar" bem direitinho como diria a Bela, que você não vai achar. E quem disse que é as mil maravilhas? Eu num disse. O banheiro é uma merda, nunca tem papel, nem trava a porta, a comida é cara e ruim, mas enfim... é lá, só lá que um bar é ao mesmo tempo ponto de encontro e casa. Um lugar onde todo mundo me conhece, se conhece. Onde o staff conhece meu filho, pergunta por ele, me dá atenção, me manda ir embora quando está tarde, me pede pra ficar mais um pouco quando está cedo. é só lá que você pode sentar em no mínimo três mesas diferentes de bons amigos.
Eu não sou nada deslumbrada com São Paulo, mas não sou injusta. Aqui tem tudo, muitas, infinitas vezes, melhor do que em Fusta. Confesso. O post de dois dias atrás prova isso. Bares vagabundos aqui, são melhores do que os mais impressionantes lá, mas... quer saber? quer mesmo saber??
Foda-se. Trocava tudo pelo Arlindo. Juro. Do jeitinho que é. Não precisava nem rolar melhorias... Mas tinha que ter o pacote completo. Tinha que vir com Samba, com chorinho, com a Elite, com a farofa e as mesas com suas respectivas pessoas.
Ai você diz. Minha filha não quer nada né?
Quero sim... tudo que eu tenho direito. Daí a ter são outros quinhentos.
é que amanhã é dia 19 de outubro. E tudo o que eu queria era marcar lá e receber um monte de beijo e de abraço das pessoas mais queridas do mundo. Sem enxame, sem forçar nada, indo no óbvio. Sem precicar dizer onde é, nem que horas, nem pegar o Guia para chegar. Sem se perder, sem trânsito, sem Avenida Bandeirantes. Tudo como tinha que ser, simples, natural e caseiro.
Perfeito.
Nada não, jajá eu chego.
Postado por Bia às 08:18 2 comentários
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terça-feira, 16 de outubro de 2007
Ô semana boa danada...
E foi segunda-feira passada que chegou a trupe. Abri o portão e as moças, tão recatadas, encontravam-se aos berros e pulos no meio da rua:
- “ UH VAMO INVADIR! UH VAMO INVADIR!”
Os meninos vinham logo atrás atarefados com as “pequenas” valises de suas respectivas. Pobres coitados, mal sabiam que a Paulicéia Desvairada ia pregar-lhes uma peça. Não esfriou nenhum diazinho, nenhum mesmo. No máximo uns 20 graus à noite. Maldade com as meninas que trouxeram, segundo Alex, quatro quarda-roupas, Inverno-Dia, Inverno-Noite, Verão-Dia, Verão-Noite. Maldade mesmo, não foi o fato de não ter esfriado durante a semana inteira, foi o fato de ter esfriado duas horas depois que se foram e ter continuado com as temperaturas baixas desde então. Tsc tsc... sacanagem.
Invadiram “di cum força”. E eu achei a melhor coisa. As meninas, empolgadíssimas, se abancaram logo no chão e mal se agüentavam de tanta ansiedade em botar pra fora os milhares de presentes que trouxeram. Uma atenção demasiada, porém linda. Das lembrancinhas do casamento, aos litros de cachaça, vi o imenso amor deles em cada item e isso me encheu de felicidade.
E passeamos tanto. Aqui nem parecia tão cinza quando a gente tava junto. Pelo contrario... era até tudo colorido por demais. E hilário... uma comédia. A gente ria o tempo todo. Nos permitimos ser bobinhos e enxamistas. E daí? Como diria a Deubia: “Num sou daqui, num vim pra ficar.”
E a agenda foi:
segunda-feira:
Mercearia São Pedro
terça-feira: Compras na Augusta
Almoço no DOM
Livraria Cultura
Chope dobrado no Seo Gomes
quarta-feira: Shopping 25 e 25 de março General
Salve Jorge
quinta-feira:
Mercado Municipal
Pinacoteca
Museu da Língua Portuguesa
Masp
Bar Opção
Bar São Cristóvão
Padoca na Vila Madalena
(quinta foi um dia longo)
sexta-feira: rolou uma separação no período matutino
Deubia e Alex retornaram ao centro para mais umas comprinhas na Galeria Pagé
Mari e Saulo foram ao Memorial da América Latina
Depois encontram-se no Parque do Ibirapuera e por lá almoçaram
à noite foram ao show da Teresa Cristina na Liberdade e depois ganharam o mundo.
Sábado: feirinha da Liberdade
e na da Benedito Calixto
aí depois dessa bateria de eventos, foram-se... voltaram para Fusta me deixando cheia de saudades e lembranças ótimas.
Aí vai um pequeno ranking dos melhores (na minha opinião):
Melhor aquisição: Rádio do Saulo
Melhor comida: DOM, lógico. Nem pelo arroz com feijão só, mas pelo “tudibom” do Alex Atalla.
Melhor bebida: Original, off course.
Melhor bar: Mercearia São Pedro
Melhor lanche: Pastel de Bacalhau do Mercadão
Melhor tira-gosto: Alheira do São Cristóvão
Melhor GPS imbutido, pra não dizer o único: Mari Tamas
Melhor programa: Mercadão e Museu da Língua Portuguesa (empatados)
Melhor livro do banheiro: Aline – Tensão Pré-monstrual
Melhor frase de outrem: “Não cabe um cozinheiro na mala de vocês?” – Alex Atalla para a comitiva ceariba.
Melhor frase de outrem 2: “Vocês não conhecem a Patrícia que casou um dia desses?” – taxista Raimundo Nonato, cearense, enturmadíssimo, mostrando todo seu conhecimento sobre a sociedade alencarina.
Melhor frase de outrem 3: “Tem lolinho, lolinho plimavela flito ou na sapa.” – uma mocinha oriental de Deus sabe onde nos mostrando a variedade de seu cardápio.
Melhor frase da comitiva: “Num foi bem isso que você disse hoje de manhã”. – Alex Mourão sendo indiscreto sobre sua Lua-de-mel quando sua noiva tentou demonstrar um certo desdém com sua figura.
Melhor frase da comitiva2: “Não gente, eu agradeço mas...”. – eu tentando agradecer a gentileza dos hospedes em me pagaram o almoço no DOM, mas a frase perturbou mais do que serviu de gratidão e acompanhou todo nosso período juntos.
Teve mais... muito mais, é que eu sofro de perda de memória recente. Sou ver a Dory. Vou pedir ajuda aos comparsas e continuar num outro post...
saudades... de tudo!
- Davi, meu filho é quetinho, é??
Eu Vou Torcer
Jorge Ben Jor
Eu vou torcer pela paz Pela alegria, pelo amor Pelas moças bonitas Eu vou torcer, eu vou
Pelo inverno, pelo sorriso Pela primavera, pela namorada Pelo verão, pelo céu azul Pelo outono, pela dignidade Pelo verde lindo desse mar Pelas moças bonitas
eu vou torcer, eu vou Eu vou torcer pela paz Pela alegria, pelo amor Pelas moças bonitas Eu vou torcer, eu vou
Pelas coisas úteis que se pode comprar Com dez cruzeiros Pelo bem estar, pela compreensão Pela agricultura celeste, pelo coração Pelo jardim da cidade, pela sugestão Pelo Santo Tomás de Aquino Pelo meu irmão Pelo Gato Barbieri, Pelo mengão Pelo meu amigo que sofre do coração
Pelas moças bonitas Eu vou torcer, eu vou Eu vou torcer
ela paz Pela alegria, pelo amor
Pelas moças bonitas Eu vou torcer, eu vou Pelas dondocas bonitas Eu vou torcer, eu vou.
Postado por Bia às 10:54 0 comentários
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